Anta Gorda

Suspeito do desaparecimento de Jacir Potrich realiza primeiro depoimento à polícia

Delegado que está à frente do caso fala sobre o depoimento

Na última quinta-feira (21), o suspeito do desaparecimento do bancário Jacir Potrich, realizou o primeiro depoimento na delegacia de Anta Gorda, sobre os fatos de seu possível envolvimento no caso.

O suspeito foi preso temporariamente nas primeiras horas da manhã do dia 23 de janeiro de 2019, o qual era para permanecer preso por 30 dias, mas teve a expedição do mandado de soltura às 15h do dia 31 de janeiro, por meio de habeas corpus.

Em seu primeiro depoimento desde o ocorrido, o suspeito respondeu a todas as questões apresentadas pela polícia e apresentou sua versão para os fatos, dizendo que não participou do crime e que não teve contato com a vítima naquele momento.

Segundo o delegado que está à frente do caso, Márcio Marondin, o depoimento do suspeito é a versão dele para os fatos. “Nós temos que verificar nesse depoimento, aquilo que podemos tirar como verdadeiro e o que for duvidoso, onde agora vamos verificar o depoimento dele e vamos verificar dentro do conjunto de provas que temos, se o depoimento dele foi verdadeiro, ou se existem dúvidas com relação àquilo que ele afirmou”, esclareceu o delegado.

Quanto à conclusão o inquérito, o delegado afirmou que ainda não tem prazo definido, mas que vai ser no prazo de tempo mais breve possível.

Na sequência, o delegado afirmou que analisarão tudo o que já produziram neste inquérito, onde ainda aguardam a chegada de algumas perícias que foram solicitadas e se será necessário ouvir mais alguém. “Com a chegada destes laudos, se entendermos que estiver maduro o suficiente para encaminhar para o Ministério Público, ou para a Justiça na verdade, nós vamos fazê-lo e esperamos fazer isso no mais breve espaço de tempo possível”, destacou.

Marondin ainda disse que as buscas pelo corpo continuam e essas buscas não cessarão nem mesmo após o envio do inquérito, e solicitou que se a comunidade tiver alguma informação que seja relevante a esse caso, que ligue para a Polícia Civil e passe essa informação.

Quando questionado sobre a insistência nas afirmações do advogado do suspeito, em dizer que sem corpo não há crime, se esse indício seria fundamental para provar o envolvimento do suspeito no caso, o delegado afirmou que a localização do corpo é importante, mas não é fundamental.

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