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Mulher é presa acusada de sequestro e cárcere privado, lesão corporal e favorecimento à prostituição

Na manhã desta sexta-feira, dia (10/12), na Rua dos Marinheiros em Estrela uma guarnição de serviço foi despachada pela sala de operações para averiguar a denúncia de que mulheres eram vítimas de cárcere privado. Ao chegar no local, os policiais identificaram a presença de um homem que relatou que as meninas estavam dormindo, mostrando onde elas ficavam. Ao chamá-las, estas relataram que queriam sair dali, e que várias delas apresentavam lesões corporais aparentes.

Perguntados se o autor estava no local, estas negaram, mas a todo tempo demonstravam que não queriam mais ficar no local. A responsável pela boate foi identificada, como sendo a esposa de um apenado, conhecido por ser o proprietário da boate e gerente do tráfico na zona das boates da Rua dos Marinheiros, este está atualmente preso.

Foi acionado o SAMU para socorrer três pessoas que precisavam de atendimento médico, sendo conduzidas ao Hospital de Estrela, onde permaneceram em observação. Também a vigilância sanitária foi devido às condições insalubres do local, sendo que o estabelecimento foi interditado e autuado.

Após muita insistência, quando as vítimas ficaram isoladas, relataram quem era a responsável pelo estabelecimento, era quem as proibia de sair, mediante ameaças e agressões, inclusive mandando membros não identificados, da facção criminosa de que faz parte, para bater nas vítimas.

Diante do exposto, foi dada voz de prisão a mulher que era a responsável pelo estabelecimento e conduzidas as partes para exame de lesões e posteriormente à DP para esclarecimentos.

Das três vítimas hospitalizadas, duas eram garotas de programa e o terceiro um homem que é funcionário da copa do estabelecimento.

No local havia diversos indícios de agressões, inclusive um balde com sangue, manchas de sangue nas paredes, colchões sujos de fezes, sendo que uma das vítimas teria apanhado até se evacuar. A mulher também retinha ou quebrava os celulares das vítimas para que estas não pudessem se comunicar e pedir ajuda. As mulheres contaram que a justificativa para impedir que as mulheres fossem liberadas era de que haviam dívidas contraídas com o estabelecimento. Elas eram forçadas a se prostituir para pagar as dívidas adquiridas.

O estabelecimento onde foram resgatas as vítimas é conhecido por ser local de prostituição e traficância.

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